quinta-feira, 10 de março de 2011

Dia do Telefone

Será que hoje conseguiríamos viver sem ele?

Dar um alô. O que não muda por causa de um telefonema? Aquele recado que a gente não recebeu e causou um desencontro. Ouvir a voz do namorado, lá longe, dando um alívio para a saudade... Aquela chamada que marcou a entrevista para o primeiro emprego. A fofoca que veio antes de mais ninguém da turma saber! E a desculpa esfarrapada, dizendo para a mãe que vai dormir na casa da melhor amiga... o que não muda por causa de um telefonema!
DTelefoneesde o telefone convencional, tal como foi concebido por Graham Bell, até as mais novas concepções tecnológicas, as inovações na telefonia não pararam. Surgiram os aparelhos eletrônicos, os sem fio, os telefones móveis e os celulares, sempre pensando em melhorar a comunicação das pessoas e não deixar faltar aquele alô que muda tudo.
Paralelamente, o telefone veio a se associar a outras funções, nascendo daí a secretária eletrônica, os aparelhos de fax e os modems para conexão à Internet, entre outros.
A tecnologia de ponta em telecomunicações permite associar o telefone aos satélites, que ligam pontos muito distantes, e à fibra óptica, que permite mais ligações ao mesmo tempo. Os recursos vão mudando a cara do telefone, mas a idéia continua a mesma: aproximar as pessoas.

"Meu Deus, isto fala!"

D. Pedro II tomou conhecimento da invenção de Graham Bell em 1876, em uma exposição na Filadélfia, em que se comemorava o centenário da independência dos Estados Unidos. Interessado no trabalho do físico escocês (sim, Graham Bell era físico e era escocês!), D. Pedro quis experimentá-lo. Ao segurar o telefone, pôde escutar Bell declamando Shakespeare e ficou espantado. Daí surgiu a famosa frase: “Meu Deus, isto fala!”, proferida pelo imperador do Brasil na ocasião.
O primeiro telefone chegou ao Brasil em 1877, um ano após a Exposição do Centenário dos Estados Unidos. Segundo o Museu do Telefone da Telesp, há dúvidas sobre onde foi instalado o primeiro aparelho: uma versão afirma que foi na casa comercial “O Grande Mágico”, na Rua do Ouvidor, no Rio de Janeiro, ligando a loja ao quartel do Corpo de Bombeiros; outra versão diz que o primeiro aparelho foi um presente que D. Pedro II teria recebido de Graham Bell, com uma linha do Palácio de São Cristóvão até o centro da cidade.

Por pouco, ninguém dá bola ao telefone

BTelefoneell apresentou o telefone em um estande bastante simples para o que seria um recurso tão importante no século XX. Na Exposição do Centenário, na Filadélfia, Graham Bell não pôde reservar um bom lugar para expor seu invento. Graças a um de seus financiadores – um dos comissários da exposição – Bell conseguiu um espaço a tempo. Mas teve que se contentar com uma singela mesinha, na área do Departamento de Educação de Massachusetts.
Com o pouco espaço que lhe coube, por pouco o invento de Graham Bell não passou despercebido. A exposição já estava no final quando a comissão julgadora passou pelo estande onde ficava o telefone. D. Pedro II fazia parte da comissão e já conhecia o trabalho de Bell como professor de surdos-mudos. Foi o único a se interessar pelo telefone e pediu uma demonstração. O resto, você já sabe: “Meu Deus, isto fala!”
Não fosse por isto, talvez, Graham Bell ainda teria que esperar algum tempo até obter reconhecimento por sua maravilhosa invenção.

Curiosidades

Concorrência entre funerárias impulsiona criação de central automática
Almon Brown Strowger era um empresário do setor funerário que levava muito jeito para criação de aparelhos elétricos e telegráficos. Sua principal invenção se deu por causa da esperteza da mulher de seu concorrente no ramo. Ela era telefonista e, sempre que recebia pedidos de ligação para a funerária de Strowger, “por acaso” não conseguia completar a ligação.
Para acabar com as “falhas técnicas” que lhe tirava muitos clientes, Strowger criou em 1892 a central telefônica automática, a primeira do mundo, com apenas 56 telefones.
A primeira central telefônica automática do Brasil chega em 1922. Instalada em Porto Alegre, é a terceira do mundo, depois de Chicago e Nova York.

Ninguém quer telefone?

O telefone demorou para ser aceito e compreendido, até se tornar indispensável. No início do século XX, por exemplo, a maioria da população ainda não tinha uma clara noção do que mudaria na sociedade após esta invenção.
Exemplo disto foi o problema das companhias telefônicas, que enfrentaram um duro caminho até começarem a ter rentabilidade no negócio. Para que o serviço de telefonia se tornasse mais popular, era comum que a companhia oferecesse telefones às residências, gratuitamente. A experiência muitas vezes era frustrante: o aparelho costumava ser devolvido por qualquer motivo que incomodasse o indivíduo.

Fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/marco/dia-do-telefone.php 

quarta-feira, 9 de março de 2011

DESPEDIDA DA....MARLI..... TIA MALI.....OU AINDA MALIMALIMALI

No dia quatro de março foi o último dia de trabalho da servente Marli, ou tia Mali, em nossa escola.
Foi um momento de muita emoção, afinal foram anos dedicados a escola.
Desejamos a você muita sorte e tudo de bom em sua nova caminhada...

Muita emoção na hora da homenagem
 Depois das homenagens os alunos puderam dar um abraço de despedida
 

  Depois das homenagens os alunos puderam dar uma abraço de despedida










segunda-feira, 7 de março de 2011

Dia da Mulher

Nesse dia 08 de Março, vamos homenagear a todas as mulheres.
Esse dia, é momento de pensar, o que pode melhorar no seu mundo mulher!
Você é especial mulher… Não frágil… Mais forte para fazer valer seu direito sagrado de ser mulher… Seja qual for suas escolhas… O que vale é que tens liberdade para seguir seus caminhos…

Gifs - Flash - Fotos e Videos Para seu Orkut

Vejam os mandamentos da MULHER....são itens que todos devem saber....noções básicas....kkkkk

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sexta-feira, 4 de março de 2011

Carnaval 2011

CARNAVAL DA EEF ADELE HEIDRICH

No dia 04 de março foi realizado o primeiro desfile de fantasias da escola sendo escolhidos os três destaques masculino e feminino.

A Rainha e as duas princesas

O Rei e os dois príncipes


O Rei e a Rainha

foliãs posando para a foto

Dona Dilma e Marli também entraram na folia....

 

Momentos do desfile e da folia.....

Carnaval é isso...integração, alegria, descontração

terça-feira, 1 de março de 2011

Desenvolver leitura e interpretação é o desafio da escola

A leitura vai muito além dos clássicos, ela é usada em todas as disciplinas.
É preciso repensar a forma como a prática é trabalhada.

Certa vez, ao iniciar um curso sobre leitura numa pós-graduação, houve uma mudança na sala onde as aulas seriam ministradas. Muito cuidadosa, a professora, além de deixar um comunicado no site onde havia informações práticas, colocou no antigo local um aviso sobre a troca.
Com um bom tanto de atraso, alguns alunos, ao chegar, comentaram que ficaram esperando na outra sala e que só foram para o novo espaço quando informados por um funcionário. A professora não se conteve e disse em tom de ironia: “Estamos começando bem nosso curso de leitura!”. Isso ocorreu há alguns anos, mas nunca esqueci. Inclusive, faz pensar o quanto deixamos de nos informar nas coisas da vida pela falta de hábito de ler sobre elas.
Um exemplo clássico é não consultarmos os manuais de instrução dos produtos que compramos. Isso é comum entre os brasileiros. Muitos batem cabeça tentando adivinhar como funciona um aparelho eletrônico novo – diante do livro que o acompanha, nega-se a estudá-lo e assim usufruir melhor da nova aquisição. Além da falta de curiosidade sobre materiais impressos, muito provavelmente falta a humildade de reconhecer que não se sabe tudo.
A escrita é uma forma de comunicação. Sua interpretação permite às pessoas transitar melhor pela vida, tornando as coisas mais eficientes e funcionais. Ficam sabendo o que é realmente necessário fazer (quantas vezes não reclamamos que não fomos informados de algo?), tomando consciência daquilo que as envolve.
Como os contratos de trabalho ou de compra e venda, que muitas vezes são assinados sem o pleno conhecimento de seu conteúdo. Nesses casos, as consequências são mais desastrosas.
O que será que acontece? Será pura preguiça? Ou ainda não nos demos conta da necessidade da leitura como ferramenta prática para o nosso rdia a dia?
Em nosso país, a prática de ler parece associada a algo ruim ou elitizado. Ler é para poucos ou para aqueles que não sabem aproveitar outras coisas. Nem todos gostam de ler um livro, é certo. Porém, não só para decifrar livros a leitura serve.
Os primeiros contatos que um indivíduo estabelece com algo ou alguém é muito importante - determina como será a relação deles no futuro. Com a leitura não é diferente, o que se dá principalmente na escola, sendo necessário repensar como ela tem sido trabalhada. No geral, seu aprendizado é algo difícil, que expõe (leituras em voz alta na frente da classe), enfadonho, sem sentido, com literatura pouco adequada... Enfim, algo para cumprir mais uma obrigação escolar.
A leitura vai muito além dos clássicos literários. Ela é usada em todas as disciplinas: matemática, física, química, ciências... Desenvolver a capacidade leitora e interpretativa de seus alunos é o principal desafio da escola.
No entanto, sua aprendizagem formal parece desvinculada da realidade do dia a dia, deixando-a sem sentido para os pequenos aprendizes. E adolescentes também. Aprende-se tantas coisas (no futuro tem o vestibular), que algumas básicas, como direito civil, por exemplo, não se tem a mínima noção. Ou a importância de se estar informado, lendo as coisas que fazem parte de seu cotidiano.
Ler e interpretar o que foi lido é de extrema importância para cada um de nós. Que chegue logo o tempo que isso se torne natural para o nosso povo.

Ana Cássia Maturano é psicóloga e psicopedagoga, in: http:// g1.globo.com/ vestibular-e-educacao/noticia/2011/02/opiniao-desenvolver-leitura-e-interpretacao-e-o-desafio-da-escola.html

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